8 de novembro de 2014

Prosas Poéticas na 20ª apresentação traz a criação de:



Solidão



Eu não sabia o que era a solidão 
até lhe conhecer
E deixar-lhe ir... 
Eu não sabia o que era a solidão 
até ter passado
momentos de tanto companheirismo...
De tanto lirismo ao seu lado.

Eu não sabia o que era a solidão 
até sentir seu abraço
Seu beijo ao amanhecer...

Eu não sabia o que era a solidão
 até ouvir 
Você dizer eu te amo todos os dias
Até sentir a alegria de estarmos juntos
Compartilhando sorrisos, sendo amantes, amigos.
Eu não sabia o que era a solidão 
até sentir o frio da sua ausência...
Até sentir a dor da carência.

Eu não sabia o que era a solidão...


* * *
Nanda Olliveh
Direitos Autorais Reservados ® 

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17 comentários:

Elvira Carvalho disse...

Um poema que fala da solidão do outro, depois que o amor se vai. Algo que deve ser insuportável e graças a Deus nunca senti.
Muito bom o poema. Parabéns.
Um abraço e bom fim de semana
Bom fim de semana também para nosso amigo Viviani.

Rita Sperchi disse...

Minha linda amiga parabéns pelo lindo poema vc merece todo carinho desejo muita paz e felicidade tenha um bom dia e um final de semana cheio de muita paz bjussss
└──●► *Rita!!

Sinval Santos da Silveira disse...

Oi, querida amiga, Nanda Ollíveh !
Nossa, que belo poema, mostrando a cara da solidão amarga, da saudade,
que traz a maldade das doces
lembranças !
Parabéns, querida.
Um carinhoso abraço, e um feliz
fim de semana, sem solidão...
Sinval.

Laura Santos disse...

Muito lindo, Nanda! Só na ausência a cor sombria da solidão nos absorve o coração!
xx

Dorli disse...

Oi Nanda,
Solidão é o pior cancro que corrói a pessoa adentro.
Linda poesia!
Beijos
Lua Singular

Vanessa Palombo disse...

OI Nanda,

A solidão é nossa maior inimiga...

Linda poesia!

Abçs

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Oi minha linda amiga Nanda,seus versos são cânticos em sussurros de uma solidão relatados de um sentimento d'alma
Adorei.
Bjs-Carmen Lúcia.

ॐ Shirley ॐ disse...

A solidão está sempre a espreitar o amor...
Belo poema, Nanda.
Beijos!

Pedro Luis López Pérez (PL.LP) disse...

Esa Soledad que desaparece ante un Amor puro, cómplice y sin Límites y se hace más fuerte ante la Ausencia, produciendo una Saudade intensa y desmesurada.
Preciosa Poesía, llena de Sentimiento y Sensibilidad.
Abraços.

Artes e escritas disse...

Essa solidão tem jeito de saudade, parabéns pelo poema pitoresco. Um abraço, Yayá.

Célia Rangel disse...

Sua narrativa sobre solidão invoca um romantismo ímpar! Mágico mesmo!
Abraço.

Marina Fligueira disse...

¡Hola Nanda!!!

Es precioso tu poema que nos habla de la soledad, esta soledad que si no es buscada, es muy dolorosa.
Sobre todo cuando es por ausencia amorosa.
Pero hay que tratar de paliarla; pues mañana siempre sale el sol; y cuando una puerta se cierra, otra se abre.
Ha sido un inmenso placer.
Te dejo mi felicitación y mi estima.
Besos azules en vuelo.
Desde España- Galicia.
Feliz fin de semana.

Evanir disse...

Querida Nanda..
Quanto amor expressado no seu poema,
um amor sentido , um amor verdadeiro ,
que me passa seu verdadeiro eu .
Com sentimentos maduros de uma grande menina mulher.
Amada sinto saudades da sua voz do seu carinho quem sabe não nos encontramos
novamente na próxima Bienal no Rio de Janeiro.
Amada estou escrevendo novo livro
já tem o nome para você saber.
Campo Dos Sonhos.
Uma nova história real e com suspense
ao longo do livro.
Beijos minha doce e amada afilhada.
Que Deus te faça feliz sempre,
és merecedora .
Parabéns pela belíssima participação.

Nanda Olliveh disse...

Agradeço a todos pelos comentários!
Agradeço a você amigo J.R Viviani, por me permitir participar desse evento tão belo.

Beijos em seu coração!

Fábio Murilo disse...

É muito comum as coisas adquirirem maior valor quando a perdemos, mesmo que sem querer, por uma contingência do destino, por força dos acontecimentos, principalmente quando ainda a queremos. Solida solidão: uma ânsia infinda, um ainda, um até quando, um buraco fundo, o fim do mundo, um desencontro, um desencanto, uma longa espera, uma incerteza, uma nostalgia do que antes era e agora não é mais, do que era certeza, era palpável, estável, nosso chão, razão da nossa felicidade.

Lu Nogfer disse...

Belos e intensos versos, Nanda.

Parabéns pela linda participação!

Beijos

Vanuza Pantaleão disse...

A dor da carência...
Dor de sentir solidão.
Parabéns, Nanda!